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Sábado, 5 de Julho de 2008

JUSTIÇA CLUBÍSTICA...

Que pressupostos temos de justiça desportiva?

Deveria ser de imparcialidade, justiça, equidade e acima de tudo anticlubística.

 

Passo a defender uma opinião que me é permitida, depois do desenrolar de todos estes tristes e lamentáveis incidentes...

 

É certo e não posso contradizer o Paços de Ferreira que pede que o Presidente seja afastado das decisões e deliberações que ponham em causa a clareza das decisões eventuais a tomar.

Também é certo que cabe ao Presidente, segundo as suas competências deveria convocar e dirigir os trabalhos da reunião. Quando chegasse ao ponto crítico da reunião deveria era abster-se da votação, contudo, nunca deveria ausentar-se da sala.

 

Até aqui penso que é consensual.

 

Se cabe ao Presidente analisar eventuais incompatibilidades para que as decisões sejam tomadas de forma a que não existam as mais pequenas dúvidas, então o plenário e depois do respectivo presidente ter tomado a decisão de fazer ausentar da sala o Sr. Conselheiro João Abreu por alegada imparcialidade/incompatibilidade deveria ser aceite por todos os Sr.s Conselheiros que ouviram as razões e ficaram em acta. (note-se que é da competência do Presidente do Conselho de Justiça da Federação) Se esta decisão fosse respeitada e acima de tudo levantava qualquer suspeição então nada disto poderia ter acontecido. (as decisões até poderiam ser as mesmas que não haveria nada a dizer)

 

A minha opinião (se conta para alguma coisa): Se a reunião foi encerrada pelo Presidente e foi lavrada uma acta, então os Sr.s Conselheiros que estavam contra essa decisão o mínimo que poderiam fazer era convocar uma reunião baseada nos dois terços dos Conselheiros. Mais tarde (48 horas) que penso que é o mínimo de tempo de marcações de reuniões voltavam a reunir e aí sim poderiam continuar as deliberações que quisessem com a ausência do Presidente caso este não marcasse presença.

Agora o que isto transpareceu foi que isto é uma República das Bananas que cada um faz o que lhe apetece desvirtuando tudo o que representa a DEMOCRACIA.

 

Outra coisa que eu não consigo perceber é o seguinte: como é que o DIAP e o TIC edecidiram e vieram a publico manifestar a ilegalidade de todos os pressupostos da Dr.ª Maria José Morgado (a tal da confiança do Sr. Pinto Monteiro). Um grupo (ao CJ só se pode chamar grupo) de Sr.s vem dizer que não, que os tribunais estão errados, além de o próprio tribunal extrair certidões acerca de uma Sr.ª que mentiu ao tribunal (e como tal vai ser acusada de perjúrio) este grupo vem rectificar uma decisão na base da mentira.

 

Assim e concluíndo só posso afirmar que estamos perante uma JUSTIÇA CLUBÍSTICA.

Como diria o Sr. PINTO DA COSTA isto só vem dar razão ao Presidente do SLB, é tudo uma fantuchada e se forem mais curiosos podem ver as transcrições das escutas em que o próprio afirma que está a fazer as coisas por outros lado...

 

Mas não, nada disto aconteceu e continua a novela do Apito Final.

publicado por Victor Fernandes às 20:45
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