JOGOGOLO NO FC PORTO PLANETA PORTUGAL

Segunda-feira, 4 de Agosto de 2008

Ponto Final... Provisório.

Sim Sr., o FC Porto e Pinto da Costa foram condenados na Justiça Desportiva (Justiça dos Compadres e Cunhas). Esta condenação é baseado num parecer duvidoso, realizado devido a uma reunião duvidosa e que por sinal leva a uma situação temporária, uma vez que os tribunais administrativos podem alterar a decisão de condenação obtida através de utilidade pública).

Mas, não obstante da credibilidade do Sr. Freitas do Amaral, convém contudo não esquecer, os pareceres elaborados por outras pessoas igualmente crediveis que não foram tomados em consideração para uma possível condenação, negando por isso ao direito de defesa e ao contraditório. Falo de quatro pareceres elaborados por Catedráticos onde afirmam que em processos disciplinares com penas até três anos não poderão ser utilizadas escutas telefónicas (também por si só muito duvidosas).

Escutas duvidosas porque a verdade é que só se fala de fruta, sendo que a interpretação de fruta é feita por uma pessoa (Sr.ª Carolina, escritora) que o tribunal veio a constatar que se fartou de mentir, extraíndo certidões para que esta escritora venha a ser condenada por falsas declarações prestadas em tribunal.

As outras escutas que por acaso apareceram no processo (LFV e VL a combinar árbitros para uma meia final da Taça de Portugal, onde por sinal a equipa que escolheu o árbitro só ganhou por 3-1 muito polémico) passem incólume a estes justiceiros que agora se refugiam em processos abertos que foram arquivados (no caso do LFV).

Agora digo eu, o processo de Pinto da Costa não foi aberto e arquivado no DIAP. De seguida, veio uma equipa da Dr.ª Maria José Morgado abrir o mesmo processo na base de declarações falsas da escritora e o TIC voltou a arquivar o dito cujo por descobrir que foi aberto na base de falsas declarações.

NÃO DEVERIA O CJ E A FPF TER O MESMO CRITÉRIO RELATIVO AO PRIMEIRO QUE FOI ARQUIVADO?

Mas a verdade é que, na verdadeira Justiça verifica-se que houve atropolos aos próprios direitos dos cidadãos. Na perspectiva que para haver investigação/acusação é preciso não tornear a lei no que diz respeito aos direitos que temos. Se tal se verificar, digamos que viviamos numa ANARQUIA, onde cada um faz justiça à sua medida.

É esta a Democracia que temos: a justiça dos amigos (na qual o FC Porto e PC são condenados) e a verdadeira justiça onde os processos são arquivados. (segundo as leis constitucionais que a regem, sim, porque todos temos direitos e deveres).

A Democracia existe para que não existam atropelos, mas a verdade é que em Portugal existe uma Justiça Paralela (CJ e FPF) onde teêm leis próprias dignas de um regime ditatorial e mesmo anarquista ao mais alto nível.

 

O PONTO FINAL... PROVISÓRIO (decretado pela famosa utilidade pública, que por ventura já deu para branquear inúmeras situações ilegais) PODE VIR A SER ALTERADO NOS TRIBUNAIS ADMINISTRATIVOS, E AÍ SIM TEREMOS UM PONTO FINAL...

publicado por Victor Fernandes às 12:04
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